A inteligência artificial não precisa ser uma abstração distante. Bem usada pelo Estado, ela é o que permite que o governo antecipe a necessidade do cidadão, em vez de esperar que ele descubra sozinho a porta certa.
Assistentes automatizados vão indicar a cada brasileiro os serviços e benefícios a que ele tem direito e o caminho para obtê-los, sem que ele precise descobrir sozinho a qual órgão recorrer. A ClarIA, apresentada no Brasil por Elas, acompanhará cada cidadão em sua jornada. E um aplicativo de companhia e alerta dará mais segurança a quem vive sozinho na terceira idade.
O objetivo é simples: que o cidadão precise saber cada vez menos sobre como o governo funciona por dentro para conseguir o que precisa dele.