Em agenda no Amazonas, Flávio Bolsonaro exalta a importância da Zona Franca de Manaus para a economia e soberania do país: “É do Brasil inteiro” | Flávio Bolsonaro Presidente 22

Em agenda no Amazonas, Flávio Bolsonaro exalta a importância da Zona Franca de Manaus para a economia e soberania do país: “É do Brasil inteiro”

Candidato do PL à Presidência defendeu a transparência para tudo e para todos nas investigações do Supremo: “É muito positivo para confirmar o que sempre falei”

Foto: Vittor Sales/Divulgação Campanha Flávio Bolsonaro
Em agenda no Amazonas, Flávio Bolsonaro exalta a importância da Zona Franca de Manaus para a economia e soberania do país: “É do Brasil inteiro”

Flávio Bolsonaro destacou a importância da Zona Franca de Manaus para a economia brasileira e soberania do país ao conhecer nesta sexta-feira (11) a linha de produção de motos da Honda. Vestindo uma camiseta com a estampa “100% Zona Franca”, o candidato do PL à Presidência da República reconheceu que o polo industrial e tecnológico é hoje algo “sagrado” para o país. Ao lado dele, também acompanharam a visita a candidata do PL ao governo do Amazonas, professora Maria do Carmo, e o candidato ao Senado, Capitão Alberto Neto. 

“A Zona Franca não é mais de Manaus, é do Brasil inteiro. E aqui a fábrica da Honda é um grande exemplo de coisas que são feitas aqui dentro (do país), desde o primeiro parafuso até uma moto ir para uma concessionária para ser vendida. Tudo feito aqui dentro do Brasil e é muito importante que exista isso aqui porque senão a saída acaba sendo para o Paraguai, como acontece hoje pelo atual governo”, criticou o candidato, ressaltando que o excesso de impostos, de burocracia e desincentivos do governo do PT já fizeram com que o Brasil perdesse “mais de 300 indústrias para o Paraguai” nessa atual gestão de Lula.

Flávio também lembrou ainda que, além da produção industrial, a região amazônica é rica em recursos naturais essenciais para o país. “O Amazonas pode ser também esse grande polo de fabricação de fertilizantes. Tem muito gás nessa região. O Brasil pode buscar sua soberania nesses fertilizantes que são fundamentais para o nosso agro poder levar alimento para a mesa de milhões de brasileiros”, destacou, enfatizando ainda a possibilidade para a implantação de datacenters, a valorização do turismo e a necessidade de investimentos em infraestrutura rodoviária para melhorar o desenvolvimento do Estado e do país. “Vim aqui para me comprometer com a continuidade de trazer mais prosperidade ainda para essa região”, assegurou o candidato.

Ao tomar conhecimento da quebra do sigilo no inquérito do filme Dark Horse no Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Bolsonaro disse estar com “muita tranquilidade, pois será sempre mais do mesmo”. “Estão requentando uma decisão desde julho, no momento quando ultrapassamos em todas as pesquisas o ‘Império do Mal’. Estamos numa eleição presidencial e não é novidade para ninguém que vão tentar fazer de tudo para desestabilizar e inventar coisas onde não tem”, afirmou.

Flávio foi enfático ao declarar que a “transparência total nesse assunto foi a melhor coisa que poderia acontecer”.  “Sempre disse que a relação com o filme foi privada, um patrocínio privado em relação ao filme do presidente Bolsonaro. É muito positivo para confirmar o que sempre falei.”

Ao comparar sua atuação na busca de patrocínio privado ao filme, o candidato à Presidência ressaltou ser muito diferente das relações de petistas e integrantes do governo Lula com o Banco Master. “Tem muita gente do atual governo que tentou beneficiar o Banco Master, que vendeu tráfico de influência e que enriqueceu em cima deles. Não tem um real para Flávio Bolsonaro. Tem somente patrocínio para um filme privado, então quanto mais transparência tiver, vou achar melhor”, afirmou.

Flávio defendeu também a transparência em todas as investigações, especialmente no desvio do INSS e das conexões de petistas baianos, como Rui Costa, ministro de Lula, e o senador Jaques Wagner, então líder do governo petista, com Augusto Lima, banqueiro baiano e sócio no Banco Máster. “Quero transparência para tudo!”.

Ele também exaltou a posição do ministro André Mendonça. “O André Mendonça está certo, ele está sendo juiz. Eu queria muito que todos do Supremo fossem iguais ao Mendonça, não pesasse para lado nenhum. Investiga tudo, todo mundo, com transparência; mostra pra imprensa, mostra pro povo. Vamos ver quem é que está certo”, defendeu Flávio Bolsonaro, ponderando a interferência política direta de Flávio Dino, ministro do STF. “Eu tô pedindo que o Dino seja investigado formalmente para que ele pare de tomar decisões para interferir nas eleições. Hoje eu tenho ciência que uma decisão de julho, ou seja dois meses, agora, imediatamente após a gente ultrapassar Lula nas pesquisas, eles tentam criar um fato novo pra essa cortina de fumaça.”