Flávio Bolsonaro, Flávio Bolsonaro 22, Flávio Bolsonaro presidente, Plano de Governo Flávio Bolsonaro, Flávio Bolsonaro vice, Alfredo Gaspar vice Soberania com profissionalismo, não com ideologia soberania se exerce na prática, não no discurso | Brasil que Cresce — Plano de Governo

Soberania é a capacidade de uma nação governar a si própria, fazer suas leis e cuidar do seu território. Ela se exerce na prática, com ações concretas, e não repetindo a palavra "soberania" a todo momento. Nos últimos anos, a política externa brasileira trocou o interesse nacional pela ideologia, protegendo regimes propensos ao terror e seus criminosos.

E a soberania não começa longe, começa dentro de casa. De nada adianta um país erguer a voz contra inimigos distantes se não protege o próprio cidadão na esquina de casa, do assaltante, do traficante, do medo que tira a liberdade de andar na rua. O brasileiro quer viver em paz no seu bairro e na sua cidade, e garanti-la é a prioridade do Brasil sem Medo. Um país só se faz respeitar no mundo quando protege primeiro os seus, e quem não garante a segurança aqui dentro não tem autoridade para falar em soberania lá fora.

O governo recebeu com honras o ditador venezuelano Nicolás Maduro, fraudador do processo eleitoral e preso por narcotráfico e narcoterrorismo. Lula autorizou a atracação de navios de guerra iranianos em portos brasileiros, apesar da posição contrária de parceiros históricos, e no ano seguinte, enviou o vice-presidente da República à posse de líder do regime iraniano, marcada pela ausência de lideranças democráticas do Ocidente. Na bagagem, o governo brasileiro trouxe uma emblemática foto ao lado de lideranças terroristas, mortas poucos dias depois. Muito alinhamento ideológico, nenhum retorno para o Brasil: nem comércio, nem investimento, nem respeito.

Nossa proposta é o oposto: uma diplomacia guiada pelo profissionalismo e pelo pragmatismo, não pela ideologia. O Itamaraty voltará a ser conduzido pela competência técnica que sempre marcou seus quadros, e o Brasil voltará a privilegiar os parceiros interessados no ganho mútuo do comércio, sem escolher amigos por afinidade ideológica.

Não trataremos como adversários os nossos parceiros mais importantes e tradicionais. Nos últimos anos, as relações com países como Argentina, Estados Unidos e Israel foram levadas ao limite do rompimento. Vamos reverter esse quadro com profissionalismo e foco no interesse do Brasil. Negociaremos com todos os que interessam ao Brasil, da China à União Europeia, dos Estados Unidos aos mercados asiáticos, porque o que orienta a nossa diplomacia é o interesse do produtor e do trabalhador brasileiro, não a simpatia ou a antipatia por este ou aquele governo.

Defender a soberania de verdade não é fazer discurso: é abrir mercados para quem produz aqui, atrair investimento e garantir que o Brasil seja respeitado por sua força econômica e por sua seriedade, não por bravata.

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