O povo se sente humilhado ao frequentar os supermercados. De nada adiantam promessas de picanha e cervejinha quando, na hora de passar no caixa, o carrinho está cada vez mais vazio e a conta, cada vez mais alta. Até as embalagens encolheram: o mesmo preço compra menos café, menos chocolate, menos de tudo. Porque, antes da embalagem, quem encolheu foi o poder de compra da família.
Essa é a pergunta que abre este Plano e a que mais aperta o brasileiro: como pago as contas este mês? Ela não se responde com discurso. Responde-se com o preço do arroz, com o valor da conta de luz, com o quanto sobra depois de pagar o gás, o transporte e a prestação.
O governo do PT tornou tudo mais caro, e não por acaso. Foram 30 aumentos de tributos, a inflação de alimentos fora de controle e a maior taxa de juros em 19 anos. O Brasil tem hoje a maior taxa de juro real do mundo!
Em quatro anos, a dívida pública cresceu 13 pontos percentuais em relação ao PIB. Quando o governo gasta mais do que arrecada, a conta não desaparece: ela volta para a família em forma de imposto no preço, de juro no cartão e de dinheiro que compra menos. Os dados de 2026 confirmam o que a família sente: o endividamento das famílias mais pobres bateu recorde, 85% das que ganham até três salários mínimos estão endividadas, e, de cada R$ 100 que entram no orçamento, sobram pouco mais de R$ 20 depois das contas e das dívidas.
Nós já mostramos que o caminho é outro. Mesmo enfrentando a maior pandemia em cem anos, reduzimos em 4 pontos percentuais a relação entre a dívida e o PIB. No governo Bolsonaro, a redução de tributos chegou ao dia a dia das famílias: caiu a conta de energia elétrica, caiu a conta de telefone, caiu o preço da gasolina e ficou mais barato comprar bens de consumo, de um fogão a uma geladeira. Também foi ali que nasceu o PIX, que tirou do brasileiro mais pobre o peso das tarifas bancárias.
Vamos fazer de novo, e vamos fazer mais. Este capítulo reúne o que o nosso governo fará para que sobre dinheiro no fim do mês.