Vitoriosa no primeiro turno, a campanha de Flávio Bolsonaro segue ampliando apoio de partidos, governadores, prefeitos, senadores, deputados e principalmente de eleitores para derrotar definitivamente Lula no segundo turno, em 25 de outubro. Ao receber o apoio incondicional da Federação União-Progressistas, o futuro presidente Flávio Bolsonaro destacou seu “total respeito à Constituição”, declarando que intenção é apresentar para discussão Propostas de Emendas Constitucionais (PECs), como a redução da maioridade penal, o fim da reeleição, mudanças na reforma tributária, reformas políticas e no Judiciário, como mudanças na indicação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).
Flávio ressaltou que existem pontos importantes a serem revistos, mas criticou uma nova tentativa de fake news contra sua candidatura. “Qualquer coisa diferente disso é especulação. Vamos parar de mentir, vamos aterrissar no mundo real, parem de fazer torcida. A ameaça que tem a democracia é com o Lula, vocês estão vendo. Não vai ter com o Flávio Bolsonaro, vocês da imprensa, não vai ter presidente da República passando a mão no telefone e ameaçando o dono de veículos de comunicação Não vai ter presidente da República combinando com um amigo no Supremo pra fazer busca e apreensão na fonte de vocês jornalistas.”, declarou. “Essa democracia que eu estou falando que está abalada hoje. Comigo não vai ter isso, vai ter estabilidade, vai ter paz pra todo mundo trabalhar, vai ter segurança jurídica, vai ter respeito à Constituição, vai ser o normal. O Brasil tem que voltar ao normal, apenas isso”, destacou.
O apoio incondicional da federação partidária, nas palavras da senadora Tereza Cristina (PP-MS), estará representado na vontade dos eleitores expressa na vitória de 87 deputados eleitos para Câmara dos Deputados pela Federação União-Progressistas, 6 senadores (elevando a bancada dos dois partidos para 11 representantes) e 2 governadores eleitos no primeiro turno e ainda 4 na disputa em segundo turno.
“Só tenho a agradecer a esse apoio da Federação União-Progressistas. O Brasil agora tem dois caminhos. É o caminho do que está aí, do governo de recordes negativos, recorde de morte de mulheres, recorde de pessoas endividadas, recorde de imposto alto, recorde de empresas quebradas, recorde de criminalidade. O outro é aqui com a gente, o caminho da prosperidade. alguém que está dando o seu melhor que reconhece que o Brasil se constrói com diálogo e respeito à política, não com a criminalização da política como esse atual governo está fazendo”, afirmou Flávio.
A senadora Tereza Cristina, que foi ministra da Agricultura no governo de Jair Bolsonaro, destacou que a missão dos integrantes da federação agora é fazer campanha em seus estados para vitória de Flávio Bolsonaro.
“Estamos aqui, a Federação União-Progressistas para trazer o nosso apoio incondicional ao Flávio Bolsonaro, nosso futuro presidente do Brasil. Estão todos os nossos senadores, governadores e senadores e deputados para trazer esse apoio”. afirmou Tereza Cristina. “Nós agora, cada um de nós, vai voltar para nossos estados e a campanha continua pra que a gente seja vencedor agora no dia 25 de outubro.”
O deputado federal Doutor Luizinho, líder do Progressistas na Câmara, reforçou a “melhor escolha” do partido. “Você é um homem que tem o destino de mudar o nosso país e reconstruir a história do nosso país por aclamação”, afirmou.
Flávio desafia Lula a revelar nova alíquota de imposto
Ao lado dos integrantes da federação, Flávio Bolsonaro lançou um desafio para Lula anunciar o valor do novo IVA (Imposto sobre Valor Agregado), proposta na reforma tributária aprovada pelo governo do PT. O IVA vai substituir cinco impostos antigos, com mudança gradual a partir de 2027.
“Sou a favor da modernização do nosso sistema tributário, que é muito confuso de verdade. Tem que ser simplificado, desburocratizado. Mas o ponto principal que a gente tem que discutir é o valor do IVA, de 28%. Aliás, ninguém sabe até agora qual é o valor do IVA oficial porque se o governo anunciar, ele perde o voto com isso. Porque ele está elogiando a reforma tributária que vai trazer a carga tributária mais alta do mundo pros brasileiros. Está errado”, disse Flávio, destacando que a redução da carga tributária, inclusive na folha de pagamento, é uma das suas medidas de mudanças constitucionais. “Quero que o salário do trabalho do brasileiro fique mais com ele do que com o governo”, destacou.